Manuel Amorim

Luthier há mais de 25 anos, Manuel Amorim dedica-se à construção e reparação de guitarras portuguesas, violas campaniças e guitarras clássicas. Natural de Vila Nova de Gaia, estudou em Coimbra e foi aprendiz do Mestre Fernando Meireles. Em 2001 construiu a maior guitarra portuguesa do mundo, no Porto. Hoje lidera a Oficina de Cordofones em Loulé, onde mantém viva a tradição, sempre com olhar no futuro e na inovação.

Natural de Vila Nova de Gaia, Manuel Amorim descobriu cedo a paixão pelos instrumentos musicais: ainda em criança desmontou o banjo do pai para perceber como era feito. Esse fascínio levou-o a estudar construção de instrumentos tradicionais em Coimbra e a ser aprendiz do Mestre Fernando Meireles.

Luthier há mais de 25 anos, dedica-se à construção e reparação de cordofones, desde guitarras portuguesas e clássicas a violas campaniças. O seu percurso ficou marcado em 2001, quando, no âmbito da Capital Europeia da Cultura, construiu, no Porto, a maior guitarra portuguesa do mundo, instalada no Largo da Sé – feito que consta do Guinesse Book of Records. 

Anos depois mudou-se para o Algarve, onde abriu oficina e deu aulas de música. Em 2018 estabeleceu-se em Loulé, onde fundou a Oficina de Cordofones com o apoio do projeto Loulé Criativo.

Para Manuel, cada instrumento é um desafio: a construção pode levar meses e o resultado só se revela quando as cordas são finalmente colocadas. 

Hoje, orgulha-se de ver guitarras feitas por si a viajar pelo mundo, sempre com o objetivo de valorizar o passado, aperfeiçoar as técnicas e projetar a tradição para o futuro.