Oficina de Caldeireiros
Descrição
A “Oficina de Caldeireiros” localiza-se na Rua da Barbacã, sendo o espaço disponibilizado pelo Município para que artesãos em cooperação ali possam criar e comercializar o que produzem, cumprindo um conjunto de requisitos que garantem a autenticidade e que valorizam os saberes e práticas que cada peça incorpora.
Os sons do martelar no cobre e no latão voltaram a poder ouvir-se com a abertura da “Oficina de Caldeireiros“, onde trabalham três caldeireiros, no espaço que no passado albergou a “Caldeiraria Louletana”. Nesta oficina produzem-se manualmente peças como tachos, cataplanas, pulseiras, candeeiros, taças e outros.
Localização GPS
Latitude: 37.139826663852936
Longitude: -8.024120771658332
Longitude: -8.024120771658332
Horário de Funcionamento
Segunda a sexta-feira: 9h30 – 12h30 / 14h00 – 17h00; Sábado: 9h30 – 13h00
Artesãos e Artesãs
Nascido em Loulé em 1948, iniciou-se como aprendiz de caldeireiro aos 12 anos, na prestigiada Caldeiraria Barracha. Em 2016, já reformado, regressou ao ofício a convite do projeto Loulé Criativo, coordenando formações e mantendo viva a tradição na Oficina de Caldeireiros.
É hoje o único mestre artesão em atividade a trabalhar o cobre e latão segundo os métodos ancestrais, criando à mão peças emblemáticas como cataplanas, tachos de arame e chocolateiras.
De origem alemã e residente no interior do concelho de Loulé, Jürgen Cramer é engenheiro mecânico e apaixonado pelos trabalhos em metal. Em 2016, aprendeu as técnicas tradicionais da caldeiraria artesanal, num curso de caldeiraria dinamizado pelo Loulé Criativo.
Desde então, dedica-se à criação de peças em cobre e latão que combinam o saber ancestral com o design contemporâneo, onde alia precisão, criatividade e paixão pelo detalhe.
Nascido em Faro, em 1979, Nuno Palma cresceu rodeado pelo brilho do cobre e pelo aroma do medronho destilado nos alambiques do pai. O fascínio por esse metal acompanhou-o desde cedo e levou-o, anos mais tarde, a aprender a arte da caldeiraria tradicional. Depois de experiências em áreas tão distintas como a informática e a fisioterapia, encontrou no cobre o elo entre as suas origens, a memória familiar e o prazer de criar com as mãos.
Hoje, como artesão do Loulé Criativo, dá continuidade a este saber ancestral, moldando o cobre com respeito pelo passado e entusiasmo pelo futuro.